Trump visita restaurante e cidadão pede: "Posso rezar por si?"
- 28/01/2026
O presidente dos Estados Unidos foi parado por um cidadão na terça-feira, 27 de janeiro, enquanto visitava um restaurante no Iowa, que lhe fez um pedido inusitado.
"Posso rezar por si rapidamente?", questionou o homem, sentado numa das mesas do estabelecimento.
"Claro que sim. Podes começar", respondeu prontamente Donald Trump, citado pela Fox News, baixando a cabeça e pondo uma mão no ombro do cidadão que o interpelou.
Num vídeo partilhado na rede social X pela funcionária da Casa Branca Margo Martin é possível ver o momento, com Donald Trump de olhos fechados, enquanto o outro homem profere, em voz, alta uma oração. Nessa mesa, onde estão outras três pessoas, aparentam estar todas também a partilhar o mesmo momento e a rezar pelo presidente dos Estados Unidos.
A oração breve agradeceu a Deus por Donald Trump e pediu por sabedoria, discernimento, paz e segurança.
"Senhor Deus, nós agradecemos por este presidente. Obrigada por uma sabedoria constante. Rezamos por discernimento, rezamos por esperança, rezamos por mais paz, Senhor", disse o homem.
Terminada a oração, ouvem-se outros clientes do restaurante a dizer "Ámen", seguido por um momento de aplauso.
Pode ver o vídeo na nossa galeria.
A Casa Branca divulgou, recentemente, um convite nacional à oração e à renovação espiritual como preparação para o 250.º aniversário dos Estados Unidos.
Na nota, o presidente encorajava os cidadãos a rezarem pela nação e pelo seu povo, afirmando que o país tem sido "sustentado e reforçado pela oração" ao longo dos anos.
O momento no Iowa acontece numa altura em que a administração Trump tem sido altamente criticada pelas suas políticas de imigração, nomeadamente, a ação do ICE (Agência de Imigração e Alfândega dos EUA).
Desde o início do ano, recorde-se, agentes do serviço federal já mataram duas pessoas: Renee Nicole Good e Alex Pretti ambos de 37 anos. Os dois cidadãos norte-americanos morreram em Minneapolis, no estado do Minnesota, onde os protestos contra o ICE têm sido constantes e têm vindo a aumentar a tensão entre agentes federais e população.
Para além das mortes, o ICE tem também sido duramente criticado por situações de detenção de menores (em particular também no estado do Minnesota), como foi o caso de Liam Ramos e até de deportação de crianças - até daquelas que nasceram nos Estados Unidos, apesar de serem filhas de imigrantes.















